O autor deste blogue reserva-se o direito de publicar e responder aos e-mails e comentários que lhe são enviados (critérios: disponibilidade de tempo e interesse para os leitores). Os e-mails e comentários a merecer resposta devem obedecer à seguinte condição: o seu autor deve estar devidamente identificado com endereço e-mail e número de telemóvel.


domingo, 19 de fevereiro de 2017

APOIOS PÚBLICOS AO INVESTIMENTO PDR 2020

O PDR 2020 (PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL) é uma programa que visa apoiar o investimento na agricultura e o desenvolvimento Rural, e tem como como objetivos:
- o crescimento do valor acrescentado do sector agroflorestal e rentabilidade económica da agricultura;
- a promoção de uma gestão eficiente e proteção dos recursos
- a criação de condições para a dinamização económica e social do espaço rural.
Trata-se de uma ajuda financeira a fundo perdido para quem vai realizar investimentos no setor primário, isto é, o apoio financeiro dado ao empresário não terá de ser reembolsado (subsídio). 
Se está a equacionar ser empresário na área agrícola ou se já é agricultor, esta é uma boa oportunidade para obter um apoio público europeu e nacional ao investimento...

Continuar a ler em http://www.espaco-visual.pt/apoios-p%C3%BAblicos-ao-investimento-pdr-2020

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Formação Profissional Agrícola da Espaço Visual*

Este é o artigo que Pedro Silva, responsável pela formação profissional da Espaço Visual irá publicar em breve em espaco-visual.pt:

A formação profissional agrícola da Espaço Visual é cada vez mais colocada como resposta incontornável às obrigações dos agricultores e empresários no âmbito das ajudas públicas à agricultura. Por exemplo, no âmbito dos pedidos únicos ou no regime de pagamento base, onde a formação é condição prévia à candidatura para os beneficiários que o pretendam fazer pela primeira vez. Para quem já fez a sua candidatura, tem prazos muito apertados para realizar a formação profissional agrícola e quem não a fizer em tempo útil será obrigado a devolver ao Estado o valor integral da ajuda recebida. Também o jovem agricultor assume obrigações de realizar formação profissional agrícola num prazo definido, sob pena de colocar o seu projeto de instalação e investimento em causa.
........


O pacote da formação profissional agrícola da Espaço Visual encontra-se divulgado em http://formacao.espaco-visual.pt/ 


* Pedro Silva
Coordenador do Departamento de Formação Profissional da Espaço Visual

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Qual seria um projeto de futuro para trabalhar?


Caro senhor José Martino,
Tenho visto pela internet falar muito bem de si e tem aconselhado muita gente!
Venho perder lhe a opinião sobre uma ideia que ando na cabeça a algum tempo!
Tenho 31 anos e sou de Trás os Montes de uma pequena aldeia ,neste momento estou na Alemanha há alguns anos e queria regressar à minha terra.
Visto que fui criado na agricultura e na minha aldeia há muitos campos que não são cultivados ,o que me aconselharia fazer??
Qual seria um projeto de futuro para trabalhar!!
Será que me pode ajudar?
E que tipo de subsídio seriam dados??

Com os melhores cumprimentos

Comentários:
1 -  Verifique se tem caraterística de empreendedor: capacidade para correr riscos, competência para avaliar com sucesso pessoas (clientes, fornecedores, colaboradores, etc.), coragem, capacidade para perceber e avaliar negócios, etc. 

2- Aconselho-o a analisar quais são as atividades/negócios da agricultura para os quais tem perfil pessoal para dsesenvolver: atividades intensivas em acompanhamento, capital, tempo, pormenores, risco elevado (rentabilidade por hectare ou animal muito elevada) ou pelo contrário, atividades mais extensivas que requerem maior superfície por exploração (obtenção de rendimento liquido mais baixo por unidade de superfície ou animal).

3 - Certamente que a minha equipa da Espaço Visual o pode ajudar pois esse é o seu trabalho de todos os dias: reunir para dar informação e transmitir conhecimentos sobre atividades agrícolas, empreendedorismo, ajudas ao investimento, etc. visitar terrenos para avaliar o respetivo potencial produtivo em função dos solos e do clima, fazer estimativas de investimentos nas agriculturas, etc.

4 - Os subsídios de apoio ao investimento variam se o candidato é jovem agricultor em 1.ª instalação ou não, valor minimo do investimento, zona geográfica onde fica localizada a exploração, etc.

5- Faça uma pesquisa neste blogue que tem informação de resposta às suas dúvidas.

6- Marque uma consulta por skype com a eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917075852)  

Conclusão: a agricultura é muito rentável para quem a desenvolve com a organização de uma empresa industrial ou de serviços, com rigor e disciplina, quem busca o conhecimento e o dominio dos pormenores, quem acredita e trabalha para ter sucesso mesmo que seja a médio longo prazo.

Projeto de futuro para trabalhar: aquele seja capaz de planear, implementar e gerir com sucesso.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

9.º Aniversário deste Blogue

Este foi o 1.º post que publiquei neste blogue faz hoje 9 anos (12 fevereiro de 2008). Da leitura do post concluo que se mantém integralmente atual!

O blogue atual, apesar da sua evolução com o passar do tempo, ainda preserva os objetivos iniciais do seu lançamento:
1. Um espaço de discussão das agriculturas de Portugal nas redes sociais.
2. Uma das formas de serviço público que o cidadão José Martino encontrou para promover o desenvolvimento económico e social de Portugal.
3. Instrumento de ajuda a quem se interessa pelas temáticas das agriculturas ligadas ao mercado  


  

A internacionalização da agricultura portuguesa

O desenvolvimento da agricultura portuguesa tem que passar pela internacionalização dos mercados dos seus produtos, sobretudo naqueles que têm condições edafoclimáticas mais ajustadas que permitam chegar a produtos com características diferenciadoras, melhor qualidade gustativa, cujas fileiras aliam competência técnica e gestão empresarial com organização, rentabilidade e competitividade.
Os mercados internacionais e, com maior preponderância, pela sua maior proximidade geográfica, o mercado espanhol, têm que assumir um peso determinante no escoamento das produções agrícolas portuguesas, sob pena de não se conseguir ultrapassar a diminuta dimensão do mercado nacional e sobretudo o nosso fraco poder de compra.
O valor acrescentado e a mais valia financeira ganhos pela qualidade dos produtos nos mercados internacionais são estratégicos para remunerar a fileira e dar um incentivo adicional à agro-indústria e produção para se especializarem, incorporarem mais inovação e trabalharem afincadamente na implementação dos factores diferenciadores.
A diminuição da pressão da oferta sobre o mercado nacional traz a vantagem adicional de se conseguir que a distribuição organizada, a qual domina o mercado em variados sectores, tenha que remunerar melhor os produtos portugueses caso estes não tenham outras alternativas no estrangeiro.
Esta nova visão dos mercados internacionais e em particular de Espanha corresponde a uma mudança de paradigma mental dos agricultores nacionais e da agro-indústria associada, a qual será, sobretudo, o resultado do processo da assumpção de que o espaço geográfico ibérico é o mercado natural dos produtos agrícolas portugueses.
O planeamento e a estratégia da produção têm que dar resposta para chegarmos e estarmos com as nossas marcas doze meses por ano nos mercados internacionais. Para tal vai ser necessário que as empresas portuguesas tenham explorações agrícolas no hemisfério sul para poderem tirar partido das produções em contra-estação.
O primeiro passo para abordar de forma sistemática e coerente a internacionalização da agricultura portuguesa passa pela elaboração dos Planos Estratégicos de Fileira, sub-fileira ou produto. São instrumentos privilegiados de diagnóstico, quer pela análise do "estado da arte" a nível global na sua vertente de "análise externa", quer ao nível de Portugal no capítulo da análise "interna". Por outro lado, definem e clarificam os objectivos atingir nos próximos seis anos, assim como traçam os respectivos planos de acção e conjugam-nos com os respectivos orçamentos de execução.
A "análise externa" resulta do conhecimento aprofundado do que se passa em todos os países produtores, independentemente de serem nossos concorrentes directos ou não. Desde a produção, à agro-indústria até aos mercados temos que trabalhar para possuir quer por pesquisa à distância, quer por cantacto directo, a informação actualizada e eficaz que mostre a realidade nua e crua com que os portugueses têm que se bater para conquistarem os mercados internacionais.
Temos que fazer o mesmo trabalho para Portugal ultrapassando as limitações que sempre apontamos de ausência de dados ou a sua fraca fiabilidade. Quando realmente queremos fazer bem e ter sucesso os resultados aparecem.
A discussão alargada do diagnóstico pelos membros de cada fileira é factor chave de sucesso para se traçarem os objectivos correctos e se apontarem as acções mais adequadas para que sejam atingidos.
O documento tem que fazer a orçamentação correcta, a identificação das fontes de financiamento das acções e a definição da estrutura/equipa responsáveis pela coordenação do Plano, para que a sua implementação venha a ser no futuro um caso de sucesso.
A fase seguinte passa por comunicar, de forma eficaz, as linhas mestras do Plano Estratégico de Fileira, quer para o interior da respectiva fileira, quer junto dos poderes públicos, tendo como objectivo fazer que a conjugação de esforços e a cooperação dos membros da fileira sejam efectivas, assim como na obtenção dos apoios financeiros adequados para se desenvolverem as acções que levem à conquista dos mercados internacionais.

Apoios públicos ao investimento em sobreiros

Excelentíssimo senhor engenheiro José Martino, 

Chamo-me .... e quero começar por felicita-lo por todo o trabalho feito em prol da agricultura em Portugal e pelo apoio que tem dados a todos os interessados através deste seu blog. Os meus parabéns. 

Agora vou ao que me levou a escrever aqui. Herdei um terreno de família com cerca de 40 hectares com montado de sobro. Estando as arvores com alguma dispersão poderei eu recorrer aos apoios públicos a investimentos nas explorações agrícolas até março de 2017, para fazer plantação de sobreiros em regadio tornando assim o terreno mais rentável?

Não tendo eu actividade agrícola terei de abrir essa actividade para poder recorrer a esses apoios? Ou o processo é mais complexo? 

A plantação de sobreiros em regadio é viável? 

Ou o investimento inicial e o custo de manutenção até à primeira extração é muito elevado? 

Quero agradecer-lhe a ajuda que me poder dar neste caso. 

Obrigado

Comentários:
1. Pode recorrer aos fundos de apoio às florestas para plantar os sobreiros.

2. Os apoios para o regadio nos sobreiros ainda não existem porque terá de haver uma decisão política relativa ao uso de um recurso natural limitado, a água, numa atividade que se pretende que seja extensiva, sustentável do ponto de vista ambiental, isto por um lado, a antecipação de 30 anos para anos 9 anos a extração da 1.ª cortiça, com as vantagens económicas e financeiras inerentes, possibilidade de recuperar o montado de sobro que se decrépito em vastas áreas do Alentejo, por outro lado.

3. Para usufruir das ajudas públicas ao investimento terá de se inscrever nas finanças, provavelmente isento de contabilidade, regime de IVA, etc. Deverá consultar um contabilista certificado para o efeito.

4. A Espaço Visual possui competências nas matérias que abordou. Marque uma consulta com Benjamim Machado (924 433 183)


    

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Agricultura ou turismo?

O seu blog é fonte de informação mas, principalmente, fonte de sonhos.

Assumo-me como agricultor não concretizado e não tenho qualquer experiência no ramo.

Sou médico, natural de Lisboa, actualmente a viver nos Açores, ilha Terceira. No passado já lhe enviei mail mas, por lapso, não respeitei os seus critérios editoriais e, portanto, claro, não obtive resposta.

Tenho o tempo quase todo tomado pela minha actividade profissional que, inclusivamente, me obriga a alguns períodos de ausência da ilha. No entanto, adquiri um terreno (grande para mim, talvez pequeno para a escala da agricultura) com cerca de 6.500m2. A história deste terreno confunde-se com a história da família a que pertencia: era lugar de férias e, depois, passou a ter também habitação para um dos filhos.  Actualmente tem 3 pequenas ruínas de habitação (entre 50 e 100m2 cada uma), tem dois poços de água (das chuvas), tem 2 frentes de estrada, vista de mar, a metade Norte está ocupada por mata de faias (em que não queria tocar agora) e a metade sul tem o que sobra de que uma pequena quinta, abandonada. São várias parcelas muradas pelos tradicionais muros regionais, pedra-sobre-pedra, com algumas nespereiras, anoneiras, arassaleiros, um abacateiro enorme.... No passado teve vinha (e fazia-se vinho numa pequena adega) e laranjeiras. Agora tem muita monda e infestantes. A terra é preta e solta. Tudo o que lá ponho dá em crescer: pus algumas bananeiras e plantas de café, citrinos, um diospireiro, um jambreiro, um afigueira, um mangoeiro, maracujá, favas, alfaces.... Parece-me que tudo se dá (embora sejam todas ainda árvores pequenas que ainda não tiveram tempo para dar frutos).

Estou sem saber se opte por tentar fazer obras nas casas (para aluguer / turismo) ou se, pelo contrário, tento instalar uma "mono-cultura organizada", começando talvez numa área de 1.500m2.  Pensei em café, banana, romazeira, eventualmente frutos vermelhos ou mirtilos...vinha... não sei... A propósito do mirtilo / frutos vermelhos, para obter mais informação, entrei em contacto com uma das empresas que costuma recomendar no seu blog mas entendi que só trabalham em território continental.

O que acha, tendo em conta a área que descrevo, o pouco tempo que tenho (teria que recorrer a mão-de-obra contratada) e o clima açoriano?

Com os melhores cumprimentos,

Comentários:
1- Identifique players locais ou regionais que lhe possam ficar  e valorizar as eventuais produções frutícolas que possa produzir futuramente no seu terreno.

2 - Em função do que consiga comercializar avalie o nível de rentabilidade que pode obter com as produções dessa atividade agrícola.

3 - Creio que deve optar sem receio pela produção frutícola que tenha mercado e aptidão para ser produzida no seu terreno. A vinha, quer pela dimensão, quer pela humidade atmosférica, não me parece ser uma cultura com interesse para o seu terreno.

4 - Contrate um técnico para avaliar a aptidão de solo e clima do seu terreno para as diversas culturas frutícolas (Eng, Sónia Moreira da Espaço Visual - 917 075 852).

5 - A opção pelo investimento no turismo deve ser a sua prioridade porque é mais rentável dada a pequena dimensão disponivel para desenvolver atividade agrícola. Após consolidar o turismo pense em investir na sua agricultura.      


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Plantação de Aveleira

Olá, chamo-me ..., sou jovem agricultor, produtor de avelã e mirtilo, na área do Fundão. 
Muitos dos resultados de pesquisas que vou fazendo conduzem-me ao seu blogue, que considero muito curioso e prático. È bom conhecer que se disponha a ajudar nesta área tão esquecida no nosso país.

Gostaria de lhe perguntar a sua opinião sobre a seguinte dúvida:
Tenho um terreno no sopé da serra, abandonado há muitos anos, relativamente plano com uma camada de terra preta de apenas uns 40cm antes de começar a aparecer saibro. a minha pergunta é se acha possível recuperar este terreno para plantação de aveleiras, e como o fazer?


Agradecia se me pudesse esclarecer.

Muito obrigado pelo serviço prestado, disponha sempre que precisar

Comentários: 
1 - Os terrenos bem drenados servem para a plantação das aveleiras, o que me parece ser o caso do terreno em causa. No entanto, verifique se possui boa drenagem externa, isto é, não concentra água da chuva que escorrem de terrenos vizinhos ou se tem nível freático muito elevado no inverno. Se for necessário abra valas ou coloque tubos para eliminar o excesso de água durante o inverno.

2 - Recolha amostras de solo para análise química. Peça que realizem a análise sumária, bases de troca, análise mecânica e micronutrientes. Com os resultados um técnico indicará as correções e fertilizações a fazer antes da implantação da cultura. 

3 - A preparação de terreno para plantação frutícola passa pela limpeza do terreno. destroçar a vegetação herbácea, retirar do terreno os cepos e raízes (arranque e remoção para biomassa ou colocação em aterro), espalhar por todo o terreno adubos e fertilizantes recomendados, lavrar a 30-35cm de profundidade, limpar raizes e pedras que estejam na superfície, espalhar matéria orgânica na zona da linha das plantas, gradar para alisar o solo e incorporar o composto. Colocar a planta no terreno deixando a zona do colo (parte da planta entre a raiz e o tronco) 10 centímetros acima do nivel do solo. Regar cada planta com 10 litros de água para aconchegar o solo às raizes da planta.    

  

Formação Profissional Agrícola


A Espaço Visual, em parceria com a CONFAGRI, está a realizar formação financiada, obrigatória para o Jovem Agricultor quer do PRODER (M1, M2, M3 e M4) quer do PDR2020 (UFCD7580). As ações destinam-se exclusivamente a Jovens Agricultores com projeto aprovado. Nos casos de Jovens Agricultores no âmbito do PDR2020 com decisão favorável mas sem aprovação não podem frequentar as ações de formação de Agricultura Sustentável (UFCD7580 - do perfil de Técnico/a de Produção Agropecuária). As inscrições podem ser realizadas diretamente na nossa plataforma, através de email (dep.formacao@espaco-visual.pt) ou telefone (2244509047).
Futuramente a Espaço Visual terá também a formação complementar para o Jovem Agricultor do PDR2020 disponível. Se pretender esclarecimentos sobre a formação complementar faça a sua manifestação de interesse aqui.
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FINANCIADAS
Jovens Agricultores PRODER:
M1 - Formação Básica de Agricultura
(+ info. aqui)
M3 - Gestão da Empresa Agrícola
(+ info. aqui)        
M4 - Componente Prática em Contexto de Trabalho - Fruticultura
(+ info. aqui)       
M4 - Componente Prática em Contexto de Trabalho - Peq Frutos e Bagas
(+ info. aqui)
Jovens Agricultores PDR:
Agricultura Sustentável - 7580
(+ info. aqui)
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NÃO FINANCIADAS
Agricultura Sustentável  - E-learning
(+info. aqui)
Distribuição e Comercialização de Produtos Fitofarmacêuticos
(+info. aqui)
Modo de Produção Integrado - Geral
(+info. aqui)
Segurança na Manipulação de Máquinas e Equipamentos Agrícolas
(+info. aqui)
Atualização em Distribuição e Comercialização de Produtos Fitofarmacêuticos
(+info. aqui)
Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos 35 horas
(+info. aqui)
Iniciação à Apicultura
(+info. aqui)
Formadores em Distribuição, Comercialização e Distribuição de Produtos Fitofarmacêuticos
(+info. aqui)
Modo de Produção Biológico 50 horas
(+info. aqui)

Inscrições: http://formacao.espaco-visual.pt/

Informações: Tânia Pacheco - 962 929 498

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Que tipo de cultura devo colocar aqui no Algarve e que desse algum rendimento?

Boa tarde, o meu nome é Susana e nas minhas pesquisas já fui direcionada para o seu blog algumas vezes, o qual desde já agradeço pois já me tem sido útil a esclarecer algumas dúvidas. 
Desta feita, atrevi-me a entrar em contacto consigo, pois recentemente apareceu a oportunidade de o meu pai adquirir um pequeno terreno (cerca 1800 m2) que vai ficar em meu nome, uma vez que o meu marido está ligado à agricultura e nós fazemos gosto na vida do campo e em tratar das terras. 
A minha dúvida é que tipo de cultura poderia investir, que se desse bem no Algarve (zona S.Brás de Alportel), que não precisasse muita manutenção (a terra é um pouco longe de onde eu vivo só vou lá aos fins de semana) e até pudesse ser uma fonte de rendimento extra. Eu gostava de por oliveiras, mas o meu marido pensa que não é rentável. Ele fala em manga mas eu acho que não se daria bem no terreno. Sem querer tomar mais do seu tempo, da sua experiência que árvores de fruto se dariam bem aqui no Algarve, e que até pudesse dar algum rendimento. Obrigada pela atenção

Comentários:
1- Penso que para culturas para prestar pouca atenção deverá pensar em atividades florestais.

2 -  Nas opções agricolas deve apontar para a fruticultura, a qual tem épocas do ano que não necessita de visitas, outras alturas a visita semanal será suficiente e haverá semanas que terá de ir todos os dias ou 2 a 5 vezes por semana.

3 - Questões a responder:
a) O terreno tem regadio? Se não o tem, qual o custo de o instalar? É economicamente rentável a sua implantação? Será preciso instalar baixada eléctrica ou será minimamente económico colocar paineis solares (energia fotovoltaica)?
b) Que culturas frutícolas podem ser opções? Quais as que são opções por aptidão de solo e clima?
c) Mais importante que as questões colocadas anteriormente: qual a entidade ou mercado que irá valorizar as produções? Quanto vai custar a logística da entrega dado que a superfície de cultura é de 1800 m2, provavelemente muito abaixo da superfície miníma economia de escala (será que o custo de entrega, se o ponto de receção e controlo de qualidade da OP for muito distante da parcela, não lhe irá comprometer a rentabilidade económica da atividade)?

4 - Na minha opinião, se houver condições minimas para o efeito penso que teoricamente o abacate é uma cultura muito interessante.

5 -  Ouça a opinião de um técnico após a visita ao terreno (Benjamim Machado da Espaço Visual ( 924433183

Artigo que escrevi para o agroportal (http://www.agroportal.pt/reforma-da-floresta-opinioes-e-contributos-jose-martino/)

Reforma da Floresta, opiniões e contributos – José Martino

O conselho de ministros aprovou um pacote de medidas que denominou “Reforma das Florestas” o qual, se encontra em discussão pública até ao final do presente mês e neste sentido, querendo contribuir para a qualidade do debate público, irei apresentar no presente artigo as minhas ideias e propostas sobre o tema.
Uma grande parte das florestas de Portugal encontra-se abandonada e sobretudo, sem a devida realização de intervenções florestais que levem a produções lenhosas de alta qualidade, ao controlo da massa combustível, sendo historicamente um ativo que se desenvolveu sobre a orientação e liderança do Estado, sendo comummente aceite na sociedade portuguesa atual, o seguinte princípio: “só há lugar à realização de operações de manutenção da floresta se os seus custos forem suportados por fundos financeiros públicos e até mesmo o investimento florestal sofre do mesmo síndroma e preconceito”.
À medida que o tempo passa assiste-se a uma conjugação de fatores externos e internos, que levam ao incremento do risco da atividade florestal para perto do insuportável, ao declino da atividade produtiva, seja por pragas, seja pelos incêndios florestais, seja pela ausência de escoamento e valorização do material lenhoso, seja por se terem tornado obsoletos os sistemas de exploração pecuária silvo pastoril assentes na mão de obra barata e disponível, etc. o que acarreta a diminuição e mesmo nalguns casos o desaparecimento da rentabilidade económica em determinadas fileiras florestais. Juntam-se ainda os problemas colocados pela floresta de prestação de serviços públicos, a qual não possuindo produtos que possam ser valorizados financeiramente no mercado, não tem um mecanismo direto e eficaz de pagamento financeiro proporcional a cada tipo de serviço que presta à sociedade,...
Continuar a ler .... http://www.agroportal.pt/reforma-da-floresta-opinioes-e-contributos-jose-martino/

domingo, 29 de janeiro de 2017

Formação Profissional da Espaço Visual

Financiadas:
Jovens Agricultores PRODER:
M1 - Formação Básica de Agricultura 06-02-2017
M3 - Gestão da Empresa Agrícola 07-02-2017
M4 - Componente Prática em Contexto de Trabalho - Fruticultura 04-02-2017
M4 - Componente Prática em Contexto de Trabalho - Peq Frutos e Bagas 04-02-2017
Jovens Agricultores PDR:
Agricultura Sustentável - 7580 - Financiada 15-02-2017


Não financiadas:

Agricultura Sustentável  - E-learning - 2 Fev.

Distribuição e Comercialização de Produtos Fitofarmacêuticos - 20 Fev.

Modo de Produção Integrado - Geral - 22 Fev.

Segurança na Manipulação de Máquinas e Equipamentos Agrícolas - 25 Fev.

Atualização em Distribuição e Comercialização de Produtos Fitofarmacêuticos - 25 Fev

Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos 35 horas - 27 Fev.

Iniciação à Apicultura - 28 Fev

Formadores em Distribuição, Comercialização e Distribuição de Produtos Fitofarmacêuticos - 3 Mar

Modo de Produção Biológico (Operadores) - 17 de Março.


Inscrições: http://formacao.espaco-visual.pt/

Informações: Tânia Pacheco - 962 929 498

Workshop “Gestão no agroalimentar”

Organização: Associação Empresarial de Amarante

Workshop “Gestão no agroalimentar”
11 de fevereiro de 2017

Entrada gratuita, sujeita a inscrição.

LOCAL: Parque de Campismo de Celorico de Basto, Carvalhas, 4890 Celorico de Basto
Coordenadas GPS: Lat: 41.390261 N Long: -8.005815 O

CONTACTO: Julieta Oliveira Email: geral@aeamarante.pt Tel. 255 410 240

HORÁRIO: 10h – 12:30h

CONTEÚDOS:
A importância da gestão e controlo de indicadores no domínio dos processos das empresas no agroalimentar.
A recolha de dados, seu tratamento e suas implicações no sucesso do negócio agroalimentar.
Fatores que conduzem ao lucro das empresas agroalimentares.

ANIMADORES:
Eduardo Ribeiro – Engenheiro Mecânico, empresário agrícola e consultor.

Experiência de 15 anos na indústria com domínio na gestão de empresas multinacionais. Em 2014 iniciou o seu projeto com uma plantação de kiwis arguta. Experiência na Gestão do pomar e nos seus indicadores.

José Martino – Engenheiro Agrónomo, consultor e empresário.

Carreira profissional como consultor em agricultura, projetos de investimento e ambiente, empresário agrícola, bloger e articulista em órgãos de comunicação social nacionais e regionais. Autor e coordenador de vários planos de desenvolvimento rural: vinha, kiwi, pequenos frutos e frutos secos. Responsável pela criação de associações (APK - Associação Portuguesa de kiwicultores, RefCast - Associação Portuguesa da Castanha) e Organizações de Produtores. Implementação e promoção de Bolsas Municipais de Terras.


Inscreva-se:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeb3LlRSJ9x1dD128Vuwjt37qg6C1dSgeTDdFYBVjOMJ6chQg/viewform?c=0&w=1

Rentabilidade económica rápida nos investimentos da agricultura?

Boa noite Sr. Engenheiro!
Peço desculpa de o estar a incomodar, mas regularmente visito o seu blog e vejo que o sr. é um mestre em agricultura.
Sr. Engenheiro, sou um jovem empresário no ramo de publicidade e lavandarias, mas neste momento aluguei uma pequena quinta por um período de 7 anos renováveis pelo mesmo período se ambas as partes concordarem, toda murada em volta, dentro da minha cidade.
A quinta tem uma área total de 4 hectares sendo 1,5 de laranjal, é rica em água, e a minha ideia inicial era fazer nos restantes hectares plantação de ervas aromáticas, mas ja fiz várias visitas a outras plantações e a ideia que fiquei é que mesmo com uma candidatura teria que recorrer ao banco e só teria o investimento pago ao fim dos primeiros 5-6 anos por isso desisti da ideia. Será que existe outro tipo de culturas para estes tipos de quintas que se possa rentabilizar o investimento mais rápido.
Agradecia a sua preciosa ajuda.
Obrigado

Comentários:
1 - Não se pode ser empreendedor sem dinheiro. As fontes de financiamento do negócio devem ser por ordem de prioridade: capital próprio, fundos da família ou amigos, em complementaridade crédito bancário, business angels (empresários que são sócios da empresa, participam no capital, ajudam na definição e implementação da estratégia empresarial, facilitam o acesso ao crédito. A participação depende muito do potencial do jovem para a gestão operacional do negócio e da sua respetiva rentabilidade intrínseca), angariação de fundos através de campanhas de crowdfunding (financiamento colaborativo, é uma forma simples e transparente de angariação de fundos para um projeto através de uma comunidade online que partilha os mesmos interesses).

2- O paybck do investimento (recuperação do capital investido) de 5-6 anos, para negócios da agricultura, é um prazo aceitável e relativamente curto. Prazos mais curtos exigem investimentos muito intensivos em capital, maior risco rutura da atividade por desvio financeiro, pelo exige como contrapartida para minimizar o risco, o conhecimento rigoroso do “como fazer os pormenores de gestão operacional, logística e técnica” (sistema de gestão já testado nessa atividade, bem como ter na empresa quadros de topo e intermédios com esse mesmo desiderato ou seja, transferidos de outra empresa que tinha a mesma ocupação cultural). Atividades que recomendo: hortícolas em hidroponia, floricultura, etc.

3 – Deve negociar com o banco uma operação de crédito a 7 anos, com 2 anos de carência (só paga juros) e cinco de amortização em linha com o período produtivo (contratualmente preveja que possa fazer amortizações antecipadas sem penalizações, é uma salvaguarda para o caso de conseguir implementar as plantas aromáticas sem derrapagens, nem imprevistos).

4 – Na minha opinião o que está desajustado é o prazo do contrato de arrendamento que deveria ser pelo prazo temporal mínimo de 15 anos, sendo o ideal de 25 a 30 anos. Este prazo justifica-se porque a secagem e armazenamento das plantas aromáticas é um investimento caro, perdura ao longo de muitos anos, possuindo um peso significativo na distribuição dos diversos investimentos para desenvolver esta atividade.

5 – Não fugindo à questão colocada, teoricamente, no seu caso, deve optar pelas culturas hortícolas, atividades que duram alguns meses desde a sementeira/plantação à colheita, tem baixos custos de manutenção, tem o seu maior encargo na mão de obra, a qual, pode baixar se o trabalho for realizado por si e pela família. Na prática, o seu sucesso irá depender da sua capacidade para gerar escoamento e/ou mercado, seja pela integração em organizações de produtores, seja pela produção de uma gama de produtos para cabazes e venda aos habitantes da cidade próxima. Por outro lado, deve tirar partido do 1,5 hectares de laranjal já existente, melhore a qualidade das produções, certifique-as mo modo de produção biológico, e tente incrementar o seu valor pela venda o mais diretamente possível ao consumidor, seja para consumo fresco, seja para sumo.

6 – Recomendo que um técnico visite a sua exploração para lhe dar um parecer mais ajustado à sua realidade (Espaço Visual: Benjamim Machado  - 924 433 183)     

sábado, 7 de janeiro de 2017

Cogumelos

Trabalho jornalístico publicado na AGROVIDA (suplemento mensal do semanário Vida Económica sobre agricultura) no passado dia 6 janeiro de 2017, da autoria da jornalista Teresa Silveira, o qual contém as minhas opiniões sobre o cluster dos cogumelos

“Portugal tem condições excecionais e os cogumelos
irão ser negócio ao longo do território continental”

“Portugal poderia ter algum
peso internacional na produção
de cogumelos se o custo da
energia e dos combustíveis
fosse mais baixo e competitivo,
em linha com os custos dos
países concorrentes diretos.
E também se a estratégia de
abordagem aos mercados
internacionais fosse apoiada
politicamente para ser mais
aprofundada e competitiva”,
afi rma José Martino, CEO da
Espaço Visual.
Em entrevista à “Vida
Económica”, este engenheiro
agrónomo não tem dúvidas:
“Portugal tem condições
excecionais” para a produção
neste setor. Mas é preciso
“massa crítica empresarial,
bem como ‘players’ da
comercialização com escala
logística”. E também que a
estrutura de gestão do PDR
2020 “analise a enorme
quantidade de candidaturas que
tem em carteira”.
TERESA SILVEIRA
teresasilveira@vidaeconomica.pt

Vida Económica - Portugal
tem condições de se afi rmar
como um produtor de cogumelos?
José Martino - O negócio
dos cogumelos assenta na comercialização
das produções de
duas formas de produção: em
substrato e troncos de madeira e
nos cogumelos silvestres recolhidos
nas fl orestas, ocupando, em
volume de negócios, o terceiro/
quarto lugar dentro das hortícolas.
A produção de cogumelo
branco em substrato é um negócio
verticalizado, da produção à
comercialização, tirando partido
das economias de escala, do
saber produzir, da logística integrada
e, sobretudo, do menor
custo da mão de obra necessária
para a colheita, a qual tem peso
na estrutura de custos do negócio.
negócio.
Assim, Portugal poderia ter
algum peso internacional neste
segmento se o custo da energia
e dos combustíveis fosse mais
baixo e competitivo, em linha
com os custos dos países concorrentes
diretos. E também se
a estratégia de abordagem aos
mercados internacionais fosse
apoiada politicamente para ser
mais aprofundada e competitiva.

VE – Então, precisamos de mais
escala e massa crítica, é isso?
JM - Para os cogumelos provenientes
das produções em
troncos há grandes difi culdades
de competitividade devido à
micro e pequena escala dos produtores,
à sua defi ciente massa
crítica empresarial, bem como
‘players’ da comercialização com
escala logística reduzida, etc.
Neste segmento, há oportunidades
para os ‘projetos de autor’,
da produção à comercialização
com marca própria, sejam individuais
ou coletivos. Neste último
caso tenho expetativa que Amarante
venha a ter sucesso na sua
estratégia. Na minha opinião,
é pouco provável que Portugal
venha a ser um produtor de referência
mundial devido à realidade
que descrevi. No entanto,
existe potencial, temos fl orestas
com alta capacidade produtiva
e baixos custos na produção da
matéria-prima troncos de carvalho
ou eucalipto, temos regiões
com invernos e verões suaves e
começa a haver conhecimento
que poderia ser transferido para
os produtores ganharem massa
crítica competitiva.
No terceiro segmento, recolha
e valorização de cogumelos
silvestres, o potencial é enorme.
Estamos a falar de dezenas ou
até centenas de quilos por hectare
e por ano, para centenas
de milhar a milhões de hectares
em várias regiões de Portugal.
Sobretudo nas regiões de baixa
densidade, a produção de cogumelos
assume um valor muito superior à produção de madeira,
infelizmente recurso desprezado
face ao seu potencial total.
É preciso desenvolver o cluster
do cogumelo silvestre, recurso
endógeno, para o valorizar em
Portugal.

VE - Da experiência que tem,
como olha para a evolução
desta atividade em Portugal? É
rentável e com futuro?
JM - Da minha experiência de
vinte anos na consultoria agrícola
posso concluir que a produção
de cogumelos em Portugal está
a fazer o seu caminho, de forma
errática, por tentativa e erro, não
queimando etapas, não fazendo
as coisas bem-feitas às primeiras
tentativas, porque falta um
instrumento público de política
que alinhe os agentes públicos e
privados em prol dos superiores
interesses públicos do cluster,
um plano estratégico de desenvolvimento
de fi leira que identifi
que os objetivos de cada um
dos seus segmentos e os respetivos
e planos de ação. A rentabilidade
e o futuro da atividade
em Portugal dependem direta
e exclusivamente da competência
dos ‘players’. E posso atestar
que há um segmento restrito
deles que são dos mais competentes,
para as condições envolventes
de organização média a
fraca, pertencentes aos segmentos
dos melhores, mais competentes
a nível global. Portugal
tem condições excecionais, pela
sua fl oresta, pela aposta política
que está a acontecer, pela gestão
equilibrada e regulada da recolha/
apanha, e irá incrementar
e valorizar de forma exponencial
os cogumelos silvestres, produtode alto valor acrescentado, em
linha com as novas tendências
do mercado de consumo, cujo
valor de venda é superior ao da
carne.

VE - Em Portugal, há margem
para a produção de cogumelos
crescer ainda mais nas várias
regiões do país?
JM - Na minha perspetiva,
os cogumelos irão ser negócio
ao longo de todo o território
continental, privilegiando-se os
modos de produção e espécies
mais ajustadas a cada região.
Creio que se a recolha de cogumelos
silvestres estivesse organizada,
melhor organizada, com
normalização e embalagem no
país, provavelmente o valor do
negócio apareceria distribuído
ao longo de todo o território de
Portugal.

VE – E o PDR 2020? Está a
dar a resposta adequada aos
projetos de investimento neste
setor?
JM - O PDR 2020 está a fazer
o seu caminho de analisar e
aprovar a enorme quantidade
de candidaturas que tem em
carteira. É muito importante
que este caminho que está a
ser percorrido pelo Ministério
da Agricultura termine rapidamente.
É previsível que seja
uma realidade até março de
2017, para interromper esta
suspensão de futuro que está
a gerar nos milhares de jovens
agricultores, os quais têm a
sua vida suspensa, a maioria há
mais de um ano, na expetativa
e esperança de obterem os
apoios para se instalarem rapidamente
na agricultura.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

APOIOS PÚBLICOS AOS INVESTIMENTOS NAS EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS (ATÉ 31 MARÇO DE 2017 – 19H)

TIPO DE APOIO
O investimento máximo elegível, por beneficiário, é de 5 milhões €.
O apoio é atribuído sobre a forma de:
  • Subsídio não reembolsável (vulgo “subsídio”)....                                                                                                                                                                                                                                                     continuar a ler em  http://www.espaco-visual.pt/apoios-p%C3%BAblicos-aos-investimentos-nas-explora%C3%A7%C3%B5es-agr%C3%ADcolas-at%C3%A9-31-mar%C3%A7o-de-2017-%E2%80%93-19h

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